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Recuperação de Créditos · Estudo · O Impacto Fiscal das Teses Tributárias

Quanto Valem as Teses Tributárias.
O risco fiscal, segundo o próprio governo.

As principais teses tributárias e o quanto o próprio governo estima perder em cada uma, segundo o Anexo de Riscos Fiscais da LDO.

Publicado 7 de julho de 2026 · Atualizado 17 de julho de 2026 · Leitura 9 min

Toda tese tributária tem um valor — e quem melhor o estima é o próprio governo. Todo ano, no Anexo de Riscos Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a União informa ao Congresso quanto pode perder se cada disputa tributária for decidida a favor do contribuinte. Esses números, somados, revelam o tamanho do que está em jogo: cerca de R$ 649 bilhões em ações tributárias de risco possível (ano-base 2024). Este estudo reúne as principais teses com a estimativa oficial de cada uma — a régua mais honesta de quanto elas valem.

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O que o estudo mostra

Quando uma empresa avalia entrar com uma tese tributária, a primeira pergunta é: vale a pena? A resposta tem um lado que costuma passar despercebido — a estimativa do próprio governo. No Anexo de Riscos Fiscais da LDO, a União lista as disputas tributárias e quanto estima perder em cada uma. É uma confissão de valor: se o governo separa R$ 325 bilhões para o risco de uma tese, é porque reconhece que ela pode custar isso.

Este estudo organiza essas estimativas por tese e por situação. Para acompanhar cada precedente no detalhe — a tese fixada, o status e a modulação —, veja o Tracker de Jurisprudência Tributária da TaxUp.

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As maiores teses e o que o governo estima perder

As dez teses tributárias de maior valor em risco somam mais de R$ 1 trilhão (R$ 1,03 tri) segundo as estimativas do próprio governo no Anexo de Riscos Fiscais da LDO. A de maior impacto é a PIS/COFINS-Importação — exigência de lei complementar (R$ 325 bi); a Tese do Século (Tema 69 do STF), já julgada, é a segunda (R$ 258 bi). O ranking lista as dez maiores por valor estimado; a tabela completa, com as 25 teses e a base legal de cada uma, vem em seguida.

  1. PIS/COFINS-Importação — exigência de lei complementar — R$ 325 bi (em julgamento)
  2. Tese do Século (Tema 69 do STF) — R$ 258 bi (julgada)
  3. Erosão da base do PIS/COFINS — os "filhotes" do Tema 69 — R$ 117,6 bi (em julgamento)
  4. IRPF — dedução integral de despesas com educação — R$ 115 bi (em julgamento)
  5. PIS/COFINS na própria base de cálculo — R$ 65,7 bi (em julgamento)
  6. Reintegra — devolução de resíduo tributário na exportação — R$ 49,9 bi (em julgamento)
  7. ISS na base de cálculo do PIS/COFINS — R$ 35,4 bi (em julgamento)
  8. Tributação de lucro de controladas no exterior — R$ 22 bi (em julgamento)
  9. CIDE sobre remessas ao exterior — R$ 19,6 bi (em julgamento)
  10. Funrural — R$ 17,2 bi (em julgamento)

Filtre por situação (tese já julgada ou em julgamento) ou busque por termo. Cada linha traz a tese, o que está em jogo e o impacto fiscal estimado pelo próprio governo no Anexo de Riscos Fiscais da LDO — com o ano-base. O CSV é aberto.

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Fonte: Anexo de Riscos Fiscais da LDO (União) · 25 itens · verificado em 11/07/2026 ·

Tese tributáriaO que está em jogoImpacto estimado (governo)Base legal
Total das ações tributárias (risco possível)PanoramaSoma do impacto potencial de todas as teses tributárias em julgamento no STF/STJ classificadas como risco possível, estimada pela RFB/AGU para a União.R$ 649,2 bi (ano-base 2024); R$ 729,9 bi (ano-base 2023) — estimativa de governo, PLDO 2026Tabela 17, Anexo V (Riscos Fiscais) do PLDO 2026 — AGU Nota Técnica no 114/2024/SGE/AGU
Risco fiscal das maiores teses tributárias (LDO 2024/2025)PanoramaPassivo contingente da União com ações judiciais tributárias (STF/STJ) reportado no Anexo de Riscos Fiscais, agregando teses julgadas em compensação e teses sub judice.As ~15 maiores teses somavam ~R$694,4 bi de perda potencial em 5 anos (LDO 2024); risco de derrotas tributárias no STF noticiado em ~R$660 bi (2025) — estimativa de governoAnexo de Riscos Fiscais da LDO 2024 / PLDO 2025 (passivo contingente da União)
IR 25% na fonte sobre pensões/proventos a residentes no exteriorTese julgadaIncidência da alíquota de 25% de IR exclusivamente na fonte sobre pensões e proventos pagos a pessoas físicas residentes no exterior.R$ 5,8 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governo; julgado em 18/10/2024, favorável ao contribuinteTema 1174/STF
Tese do Século (Tema 69 STF)Tese julgadaSTF fixou que o ICMS não compõe a base de cálculo do PIS e da COFINS; vitória do contribuinte, aplicável às empresas que recolhem PIS/COFINS.Impacto em centenas de bilhões: PGFN ~R$258 bi (sem modulação); estudo IBPT ~R$358 bi com modulação; ~R$346 bi já compensados/pagos até fev/2025 — estimativas variam por fonteRE 574.706/PR, Tema 69 da Repercussao Geral (STF); art. 195, I, 'b', da CF/88
Exclusão do ICMS-ST da base do PIS/COFINS (Tema 1125 STJ)Tese julgadaSTJ fixou que o ICMS-ST não compõe a base do PIS e da COFINS devidos pelo contribuinte substituído na substituição tributária progressiva.Julgado em 13/12/2023, favorável ao contribuinte; modulação a partir de 15/03/2017 (alinhado ao Tema 69), ressalvadas ações já ajuizadasTema 1125 STJ (REsp 1.896.678/RS e REsp 1.958.265/SP); art. 1o das Leis 10.637/2002 e 10.833/2003
Exclusão do ICMS-DIFAL da base do PIS/COFINS (STJ)Tese julgadaSTJ decidiu que o DIFAL do ICMS não integra a base do PIS e da COFINS, por não constituir receita/faturamento — desdobramento do Tema 69.Decisão favorável ao contribuinte (nov/2024, entendimento unificado entre as Turmas em mai/2025); garante exclusão e compensaçãoJurisprudência do STJ (1a e 2a Turmas), aplicação da ratio do Tema 69/STF; Leis 10.637/2002 e 10.833/2003
PIS/COFINS-Importação — exigência de lei complementarTese em julgamentoDiscute a necessidade de lei complementar para disciplinar PIS e COFINS sobre a importação (Lei 10.865/2004); é a tese de MAIOR impacto do anexo.R$ 325,0 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governo, maior repercussão econômica do Anexo VTema 79/STF; RE 565.886; Lei no 10.865/2004
IRPF — dedução integral de despesas com educaçãoTese em julgamentoQuestiona o limite legal à dedução de despesas com educação na base do Imposto de Renda da Pessoa Física.R$ 115,0 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoAção acompanhada pela SGCT/AGU (sem Tema de RG citado na tabela)
PIS/COFINS na própria base de cálculoTese em julgamentoTese 'filhote' do Tema 69: discute a inclusao de PIS e COFINS em suas proprias bases; pendente no STF desde 2019 (RE 1.233.096, Rel. Carmen Lucia).R$ 65,7 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoTema 1067/STF; RE 1.233.096; art. 195, I, 'b', CF
ISS na base de cálculo do PIS/COFINSTese em julgamentoDiscute a exclusão do ISS da base do PIS/COFINS (tributação por dentro); julgamento suspenso com placar 5x5 aguardando voto de desempate.R$ 35,4 bi (ano-base 2024) — estimativa de governo; placar 5x5 no STFTema 118/STF; RE 592.616
Tributação de lucro de controladas no exteriorTese em julgamentoDiscussão sobre a tributação do lucro da empresa controladora com controladas no exterior; caso concreto, sem repercussão geral; incluído em 2024.R$ 22,0 bi (ano-base 2024; incluído no anexo em 2024) — estimativa de governoCaso concreto (sem RG); norma não especificada na tabela
CIDE sobre remessas ao exteriorTese em julgamentoDiscute a incidência da CIDE (Lei 10.168/2000) destinada ao programa universidade-empresa sobre remessas ao exterior.R$ 19,6 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governo; STF julgou constitucional a CIDE em ago/2025 (favorável à União)Tema 914/STF; Lei no 10.168/2000
FunruralTese em julgamentoDiscussões judiciais sobre a contribuição do Funrural, acompanhadas pela SGCT/AGU.R$ 17,2 bi (ano-base 2024); R$ 20,9 bi (ano-base 2023) — estimativa de governoAções acompanhadas pela SGCT/AGU (Funrural)
Exclusão de créditos presumidos de ICMS da base PIS/COFINSTese em julgamentoDiscute excluir da base do PIS/COFINS créditos presumidos de ICMS decorrentes de incentivos fiscais estaduais.R$ 16,5 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoTema 843/STF
Limite de 20 salários-mínimos — contribuições a terceirosTese em julgamentoDiscute o teto de 20 salários-mínimos na base de cálculo das contribuições a terceiros (Sistema S); reclassificada de possível para RISCO REMOTO em 2024.R$ 11,7 bi (ano-base 2023); reclassificado para REMOTO em 2024 (favorável à União) — estimativa de governoTema 1.079/STJ
Reintegra — devolução de resíduo tributário na exportaçãoTese em julgamentoDevolução de resíduo tributário remanescente na cadeia de bens exportados sob o Reintegra; reclassificada para RISCO REMOTO em 2024.R$ 49,9 bi (ano-base 2023); reclassificado para REMOTO em 2024 — estimativa de governoRegime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Reintegra); ação SGCT/AGU
PIS sobre locação de bens imóveisTese em julgamentoIncidência de PIS sobre receitas de locação de bens imóveis; EXCLUÍDA do rol de risco possível em 2024.R$ 16,0 bi (ano-base 2023); EXCLUIDO do anexo em 2024 (sem valor vigente) — estimativa de governo; STF julgou constitucional — PIS incide (favorável à União)Tema 630/STF
PIS/COFINS/CSLL sobre atos cooperativosTese em julgamentoIncidência de PIS, COFINS e CSLL sobre resultados dos atos cooperativos próprios das sociedades cooperativas.R$ 9,1 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoTema 536/STF
Contribuição previdenciária sobre salário-maternidadeTese em julgamentoConstitucionalidade da contribuição previdenciária da empregada sobre o salário-maternidade pago pela Previdência; consta como EXCLUÍDA em 2024.R$ 6,0 bi (ano-base 2023); EXCLUÍDO em 2024 (não plenamente confirmável) — estimativa de governoTema 1274/STF
PIS/COFINS sobre receitas financeiras de reservas técnicas de seguradorasTese em julgamentoExigibilidade de PIS/COFINS sobre receitas financeiras de aplicações das reservas técnicas de empresas seguradoras; incluída em 2024.R$ 5,3 bi (ano-base 2024; incluído no anexo em 2024) — estimativa de governoTema 1309/STF
Anterioridade em reduções de benefícios do ReintegraTese em julgamentoAplicabilidade do princípio da anterioridade anual às reduções de benefícios fiscais do Reintegra.R$ 4,0 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoTema 1108/STF
DIFAL do ICMS na base do PIS/COFINS (linha de risco LDO)Tese em julgamentoLegalidade da inclusão do diferencial de alíquotas (DIFAL) do ICMS na base do PIS/COFINS; reclassificada de possível para PROVÁVEL em 2024.R$ 1,6 bi (ano-base 2023); reclassificado para PROVÁVEL em 2024 (maior expectativa de perda) — estimativa de governoDiscussão infraconstitucional (sem Tema de RG citado na tabela)
Exclusão de PIS/COFINS da base da CPRBTese em julgamentoExclusão dos valores de PIS e COFINS da base de cálculo da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB).R$ 1,3 bi (ano-base 2024 e 2023) — estimativa de governoTema 1186/STF
Erosao da base do PIS/COFINS — 'filhotes' do Tema 69 (agregado)Tese em julgamentoBloco de ~113 mil ações que, na esteira do Tema 69, pleiteiam excluir da base do PIS/COFINS outros valores (ISS, as próprias contribuições e créditos presumidos de ICMS).R$ 117,6 bi — impacto potencial estimado pela RFB caso as teses de exclusão prevaleçam (LDO 2024 / PLDO 2025) — estimativa de governoAnexo de Riscos Fiscais da LDO 2024 e PLDO 2025 (estimativa RFB); Temas 118 (ISS) e 1067 (PIS/COFINS na própria base) no STF; Tema 843
Teses sem estimativa de impacto (n.d.)Tese em julgamentoGrupo de teses tributárias no anexo sem valor estimado (n.d.), ex.: Tema 167 (correção monetária IRPJ 1994), Tema 516 (cooperativas LC 84/96), Tema 1122 (imunidade recíproca sociedade de economia mista), Tema 1083 (imunidade suportes musicais), Tema 1226 RR (stock options), Tema 1283 RR (PERSE).n.d. (o próprio governo não divulga estimativa oficial)Diversos Temas/STF e recursos repetitivos (STJ/TST) listados na Tabela 17
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Já julgadas × ainda em julgamento

O estudo separa dois mundos. As teses já julgadas a favor do contribuinte — como a Tese do Século (Tema 69, exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS), cujo impacto a PGFN estimou em torno de R$ 258 bilhões — já abriram caminho para recuperação, respeitada a modulação. As teses em julgamento — como o PIS/COFINS-Importação (~R$ 325 bi), a exclusão do ISS da base do PIS/COFINS (~R$ 35 bi, a "filhote" da Tese do Século) e o PIS/COFINS na própria base (~R$ 66 bi) — ainda pendem, e quem se posiciona antes decide na hora certa. Todas as cifras são estimativas de governo, com o ano-base indicado na tabela.

04

O que isso significa para a sua empresa

Cada uma dessas teses é, do outro lado, um crédito potencial para as empresas que pagaram o tributo. O tamanho do risco fiscal para a União é a medida do indébito para o contribuinte. Saber quais teses se aplicam à sua operação, quanto valem no seu caso e qual o momento processual certo — ajuizar, aguardar a modulação ou proteger o passado — é o que transforma uma estimativa em recuperação. Veja o pilar de recuperação de créditos.

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Metodologia e fontes

Fonte: Anexo de Riscos Fiscais das Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) da União, que consolida as ações judiciais de risco provável e possível estimadas pela PGFN e pela AGU, com o ano-base de cada projeção. Os valores são estimativas do governo, não valores líquidos e certos: variam de um ano para outro e dependem da modulação e do alcance de cada decisão. Teses sem estimativa divulgada aparecem marcadas como tal. Verificação em 11/07/2026.

Conteúdo informativo; não é parecer nem recomendação para o caso concreto. As estimativas de risco fiscal são do governo e mudam a cada LDO; confirme a situação atual da tese antes de decidir.

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Como a TaxUp usa este estudo

A equipe da TaxUp cruza esse mapa de valor com a realidade fiscal de cada cliente para priorizar as teses de maior retorno e menor risco, no momento processual certo — sem promessa de resultado. Agende um diagnóstico para uma leitura das teses que podem gerar crédito para a sua empresa.

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Referências e fontes oficiais

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Perguntas frequentes

O que é o Anexo de Riscos Fiscais da LDO?
É um anexo da Lei de Diretrizes Orçamentárias em que a União informa ao Congresso os riscos que podem afetar as contas públicas — incluindo as ações judiciais tributárias e quanto o governo estima perder em cada tese se for decidida contra a Fazenda. É a estimativa oficial do custo de cada disputa.
Quanto valem as teses tributárias contra a União?
Somadas, as ações tributárias de risco possível chegaram a cerca de R$ 649 bilhões no ano-base 2024, segundo o Anexo de Riscos Fiscais do PLDO 2026. Teses individuais têm valores expressivos: o PIS/COFINS-Importação é estimado em torno de R$ 325 bilhões, e a Tese do Século foi estimada pela PGFN em torno de R$ 258 bilhões (cenário sem modulação).
Qual foi o impacto da Tese do Século?
A Tese do Século (Tema 69 do STF, exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS) teve impacto estimado pela PGFN na casa das centenas de bilhões de reais. É o maior indébito tributário recente, com recuperação limitada pela modulação de efeitos fixada em 15/03/2017.
Essas estimativas são valores certos?
Não. São estimativas do governo no Anexo de Riscos Fiscais, que variam a cada LDO e dependem da modulação e do alcance de cada decisão. Elas indicam a ordem de grandeza do que está em jogo, não um valor líquido e certo a recuperar.
Como saber quais teses se aplicam à minha empresa?
É preciso cruzar as teses com a sua realidade fiscal: o que a empresa paga, em que período e por qual via de recuperação. O Tracker de Jurisprudência da TaxUp mapeia cada precedente; uma análise do caso concreto define o que é recuperável e qual a estratégia.
Como funciona o diagnóstico gratuito da TaxUp?
O diagnóstico inicial é uma reunião de 30 minutos, sem custo e sem compromisso, conduzida por um consultor sênior. Mapeamos a situação tributária da empresa, identificamos as oportunidades aplicáveis e indicamos o caminho técnico mais sustentável — independentemente de você seguir conosco. Para casos urgentes (autuação recente, prazo decadencial próximo, edital de transação ativo), a análise pode ser priorizada.
Quem conduz o projeto na TaxUp?
O consultor responsável conduz o projeto pessoalmente, do diagnóstico inicial à entrega final. Você fala diretamente com quem assina o parecer e decide a tese — sem camadas hierárquicas intermediárias. Sustentação oral em CARF e tribunais superiores é sempre conduzida pelo consultor que conhece o caso desde o início.
Como é o modelo de honorários?
Varia por tipo de projeto. Para recuperação de créditos com tese consolidada, trabalhamos preferencialmente em success fee (sem custo antecipado, percentual sobre o valor recuperado). Para projetos complexos com perícia ou tese controvertida, modelo misto (fixo reduzido + êxito menor). Para Transfer Pricing, Compliance e Planejamento, honorário por escopo. Em todos os casos, o modelo é proposto após o diagnóstico inicial gratuito.
AUTORIA TÉCNICA

Equipe TaxUp · Prática Tributária

Direito Tributário

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