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Capa tipográfica de “IBS/CBS no software: simulação de carga efetiva”, com os tópicos Operação, Evidência e Análise tributária.

Uma simulação de IBS/CBS no software precisa separar preço líquido, débito sobre vendas, crédito das aquisições, recolhimento e resultado operacional. O art. 12, § 2º, I, da LC 214/2025 exclui o próprio IBS/CBS da base. Por isso, manter R$ 100 mil de receita líquida é diferente de manter R$ 100 mil de desembolso total do cliente.

Capa tipográfica de “Saldos de PIS/Cofins na transição para CBS: o que preservar”, com os tópicos Origem, Instituto e Conciliação.

Os créditos que compõem os saldos de PIS/Cofins não são apagados pelo fim das contribuições, desde que atendam à legislação. O art. 378 da LC 214/2025 preserva saldos não apropriados ou não utilizados, nas condições que estabelece e com o prazo em curso. Mas saldo antigo, devolução, apropriação parcelada e estoque inicial têm regras diferentes nos arts. 378 a 383. Uma empresa de software precisa primeiro demonstrar de onde veio cada direito. A transição para CBS não cria retroativamente crédito de PIS/Cofins onde ele não existia, nem transforma qualquer saldo em valor ressarcível.

Capa tipográfica de “ERP SaaS e reforma tributária: como testar a adequação”, com os tópicos Contrato, Documento e Autorização.

Os testes de ERP para SaaS na reforma tributária precisam acompanhar a operação do contrato ao fechamento. A emissão prevista no art. 60 da LC 214/2025 é parte desse percurso, mas uma nota autorizada não demonstra que classificação, retenções, eventos e apuração estão corretos. Este roteiro propõe 16 cenários para uma empresa SaaS, com entradas e critérios de conferência. Eles são controles sugeridos, não uma lista imposta pela lei. Nenhum dos testes descritos foi executado em sistema de cliente, e o material não certifica a conformidade de um ERP.

Capa tipográfica de “NFS-e em software e SaaS: dados e classificação de IBS/CBS”, com os tópicos Contratação, Aquisição e Destinação.

Uma NFS-e de software e SaaS precisa refletir a operação antes de refletir a configuração do ERP. Os arts. 60 e 62 da LC 214/2025 estabelecem a documentação e o padrão fiscal; a NT 004 da NFS-e organiza os campos de IBS/CBS. Quem contrata, quem recebe o serviço, qual tratamento se aplica e qual versão funciona no ambiente são perguntas diferentes. Não existe um código tributário universal escolhido pela palavra “SaaS”. A classificação precisa de fundamento, e a nota autorizada não substitui a conferência do contrato, dos valores e dos participantes.

Typographic cover for “When a business is a digital platform for Brazil's IBS/CBS”, with the topics Parties, Intermediation and Control.

A business does not become a digital platform for Brazil’s Goods and Services Tax (IBS) and Contribution on Goods and Services (CBS) simply because it provides software. Article 22, paragraph 1, of Complementary Law 214/2025 combines intermediation between supplier and acquirer with control over at least one essential element of the transaction. The exclusions and the facts of each transaction must also be examined.

Typographic cover for “Software and SaaS exports: Brazil's IBS and CBS rules”, with the topics Object, Acquirer and Recipient.

Software and SaaS exports may qualify for immunity from Brazil’s Goods and Services Tax (IBS) and Contribution on Goods and Services (CBS) under articles 79 and 80 of Complementary Law 214/2025. For digital supplies governed by the residual rule, both the acquirer and the recipient must be resident or domiciled abroad. A foreign-currency contract or payment received outside Brazil does not, by itself, establish that treatment.

Typographic cover for “Imported SaaS and cloud: Brazil's IBS and CBS”, with the topics Supply, Parties and Consumption.

Imports of software, software as a service (SaaS) and cloud services require the supplier, purchaser and recipient to be identified before calculating Brazil’s Tax on Goods and Services (IBS) and Contribution on Goods and Services (CBS). Article 64 of Complementary Law 214/2025 covers supplies from abroad consumed in Brazil and addresses taxpayer status, liability and credits. Classification must reflect the transition and the documents supporting each purchase.

Equipamentos de servidor em um rack com iluminação azul e indicadores verdes.

Vender software a um banco não transforma o fornecimento em serviço financeiro. O art. 187 da LC 214/2025 proíbe deduzir despesas administrativas da base do regime financeiro, mas essa regra não é uma vedação geral ao crédito de IBS/CBS sobre compras de tecnologia. O crédito exige análise dos arts. 41 e 47, do adquirente e das restrições específicas. Fundos têm regra própria no art. 209. Confundir essas situações pode distorcer o preço da proposta e o custo do comprador. LC 214/2025, arts. 41, 47, 181–187 e 209.

Equipe trabalhando com computadores em um escritório compartilhado e iluminado.

Salários pagos em relação de emprego não geram crédito de IBS/CBS pela aplicação de uma alíquota sobre a folha. O art. 6º, I, a, da LC 214/2025 afasta a incidência sobre esse trabalho. Benefícios comprados de terceiros exigem análise diferente: o art. 57 disciplina uso ou consumo pessoal e suas exceções. Planos de saúde e vales possuem regras ligadas aos débitos efetivos dos fornecedores nos regimes específicos. Para uma empresa de tecnologia, separar remuneração, benefício e instrumento de trabalho é indispensável antes de estimar créditos.

Capa tipográfica de “Quais despesas de tecnologia podem gerar crédito de IBS/CBS”, com os tópicos Aquisição, Elegibilidade e Documento.

A análise de créditos de IBS/CBS em tecnologia pode abranger software, nuvem, equipamentos e serviços contratados, mas não basta constarem como despesa da empresa. O art. 47 da LC 214/2025 exige contribuinte no regime regular, aquisição abrangida, documento fiscal eletrônico idôneo e observância das condições de extinção do débito, com as exceções legais. O art. 57 trata de uso ou consumo pessoal. A folha de empregados não se transforma em aquisição tributada de consumo. Para estimar a carga de uma empresa de tecnologia, é preciso classificar cada gasto antes de multiplicar valores por uma alíquota.

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